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COMO TORNAR-SE UM TÉCNICO EXPERT

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Você sabia que 90% dos técnicos de reparação atuantes na área, trocam em média 30 componentes para acertar o defeito? Você sabia que dos 10% que possuem teoria aprofundada, somente 3% desenvolveram raciocínio e tornaram-se experts na área? Saiba mais...


Após mais de 25 anos de avaliações envolvendo teoria de dimensionamentos rápidos e principalmente análise de defeitos, seja por medições de tensões ou com auxílio de instrumentação sofisticada (incluindo osciloscópio), a escola CTA Eletrônica pôde ter um quadro geral da capacitação técnica na cidade de São Paulo e outras regiões, da seguinte forma:


90% dos técnicos: tentativa e erro além de macetes


7% dos técnicos: teoria aprofundada, mas baixa produção


3% dos técnicos: teoria aprofundada, com raciocínio rápido.


90% dos técnicos: foram formados na prática, possuindo alguns cursos rápidos de especialização em determinadas áreas. Alguns deles fizeram treinamentos em fábricas.


Trabalham basicamente utilizando conhecimento prévio, os chamados "macetes" para consertar parte dos problemas. Quando não há histórico anterior com respeito ao defeito ou ao aparelho, recorre a uma série de troca de peças como integrados, capacitores, transistores, resistores, para chegarem à solução dos problemas.


Cerca de 30% destes técnicos (1/3 do total) têm altíssima produção, trocando peças suspeitas em tempo muito curto. Utilizam-se de técnicas simples como medição em escala ôhmica da maioria dos equipamentos e utilizam-se muito pouco de equipamentos como osciloscópios. Dependendo da infra-estrutura organizacional da empresa, podem chegar a produzir 300 ou mais aparelhos/mês. Em algumas fábricas de reparação, os técnicos são levados a produzir mais de 600 aparelhos por mês. Ponto negativo: apesar da alta produção, cerca de 20% dos aparelhos que passam pelas suas mãos, acabam sendo "encostados" gerando problemas sérios com os clientes.


Os restantes 60% dos técnicos apresentam muita dificuldade de produção, mantendo-se entre 40 à 150 aparelhos produzidos por mês. Estes são normalmente proprietários de pequenos negócios, que ainda não informatizaram-se e oferecem serviços de baixa qualidade. Nos últimos 5 anos, muitos técnicos informais e pequenas empresas, que possuem baixa produção, não suportaram a pressão da queda de preços dos equipamentos eletroeletrônicos.


10% dos técnicos: Aqui chegamos a encontrar técnicos de alto nível que apresentam teorias e conhecimentos específicos que trazem certa segurança, não somente para eles, mas para a empresa onde trabalham. Podemos dividi-los em dois níveis distintos:


7% de técnicos teóricos: Estes técnicos normalmente utilizam uma linguagem técnica de alto nível, dominam razoavelmente matemática e física, e em seus estudos e treinamentos sempre foram ótimos ou excelentes. No seu dia a dia procuram atualizar-se e leem muito. Apesar de todas estas características positivas, possuem muitas dificuldades de transporem seus conhecimentos para a prática e muitas vezes sentem-se frustados, não somente pela baixa produção, mas também pela falta de respostas em alguns desafios. Fogem da prática real e costumam atuar na área administrativa das empresas.


3% de técnicos experts: Além de todas as características positivas mostradas acima, estes não tem medo de desaios práticos, pois conseguiram desenvolver um mecanismo de raciocínio prático altamente eficiente. São os profissionais chamados nos momentos de maior pressão dos problemas e normalmente resolvem os "pepinos". Normalmente apresentam salários ou comissões muito acima da média de mercada, mas infelizmente a quantidade destes profissionais é escassa.


COMO FORMAM-SE EXPERTS


Normalmente, o estudo da área de exatas no Brasil - nível médio - não é preparado para o desenvolvimento de raciocínio e os melhores acabam desviando-se para a área de informática. Assim, o mercado acaba ficando cada vez mais carente destes.


A CTA Eletrônica, em seus treinamentos de módulos desenvolveu técnicas diferenciadas de treinamentos em eletrônica, e de acordo com o Eng. Nivaldo Tadeu Marcusso, Diretor de tecnologia da Fundação Bradesco, única no mundo.


A idéia básica é não utilizar a Lei de Ohm como base principal de desenvolvimento das análises eletrônicas e sim técnicas simples proporcionais de tensões, o que torna o dimensionamento rápido e preciso.


A Análise de defeitos, desde malhas mais simples até chegar em circuitos complexos com transistores e integrados é a marca diferenciada da CTA Eletrônica, que entrega ao mercado uma quantidade considerável de técnicos experts, atuando em várias áreas de eletrônica.


COMO ATINGIR NÍVEIS EXCELENTES DE APROVEITAMENTOS:


Sugerimos aos alunos que estudam na CTA, que ao desejarem atuar na área de desenvolvimento de projetos ou tornarem-se experts em reparação de alto nível, manterem seus aproveitamentos acima de 95% - hoje, 15% de nossos alunos mantem-se nessa faixa - ou seja, estão ingressando no seleto grupo de 3% de experts do mercado eletrônico.


Para os alunos que mantem aproveitamentos entre 85% e 95%, fatalmente entrarão na faixa dos 10% dos técnicos com grande capacidade teórica e diferenciados no mercado.


A CTA Eletrônica mantém uma infra-estrutura de acompanhamento do aluno para que ele possa ser orientado a melhorar seu aproveitamento dia-a-dia e desenvolver sua capacidade de raciocínio lógico.


Mário Pinheiro - Coordenador de Cursos CTA Eletrônica

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